segunda-feira, 23 de setembro de 2013

investigando a visão humana

Investigando a visão humana

Proposto a construção Câmera escura, fazendo uso de uma lata ou caixa, folha de papel vegetal, tinta preta fosca, pincel, papel alumínio, fita adesiva, agulha, prego, martelo e um cone de coloração escura.
Após fazer referencia de que este material a ser montado era de uso corriqueiro do fotógrafos e pintores da antiguidade, seguindo o  procedimento a disposição do caderno de aluno fizemos uma leitura coletiva e discursiva por tópico de maneira a esclarecer as duvidas de interpretação.
Montamos então grupos de do máximo seis aluno para efetuar a montagem da câmera escura que fazendo uso de um cone escuro fizemos observação de vários desenhos feito pelos aluno aproveitando a claridade do ambiente, sempre fazendo as anotações para posterior discussão no coletivo.
Ao termino desta etapa ascendemos uma vela e solicitamos que o mesmo observasse e relatasse o que e como esta observando a imagem da vela acesa, pois o objetivo era desenvolver habilidade e competência para entender como a imagem é formada na retina de um olho normal.
Como muitos alunos ainda não tinham verificado que a imagem se formava de forma invertida,  solicitou-se que após verificar a imagem da vela tornasse a fazer nova leitura dos desenhos para observar mais detalhadamente o que estava ocorrendo com a imagem.
De volta para a sala de aula os mesmo sociabilizaram os resultados respondendo as perguntas proposta e elaborando relatório individual expondo sua conclusão.
Quando então  lemos o textos no primeiro momento individual e voz baixa, só após este momento fizemos a leitura coletiva comentada por aluno escolhido tanto para leitura como para comentário com a parte sempre que fizesse necessário esclarecer. Apos esse momento passamos a responder as questões para analise do texto sociabilizando as respostas. 
No nosso caso solicitamos que os mesmo trouxesse uma pesquisa sobre a visão humana  funcionamento e forma de correção das pessoas com dificuldade de observar objeto, quando  então disponibilizamos o vídeo da coleção superinteressante coleção  sobre a visão.
Como termino solicitou-se que os mesmos em duplas criasse uma palavra cruzada tendo como base todo as informações trabalhada ate o momento após as trocas das cruzadas entre os grupos fizemos um debate para equalização dos resultados, terminando estes processo de aprendizagem com a produção de um texto tendo como referencia o texto olhos e maquinas.

Por se tratar da primeira etapa para compreensão da visão humana uma não foi  proposto  atividade de reforço uma vez que as câmeras ficou sempre a disposição para esclarecer duvidas de que enxergamos a luz refletida pelo objeto em linha reta e este desvio projeta a imagem de cabeça para baixo cabendo os fotorreceptores captar os sinais e transmitir para o cérebro nos informar como vemos tal objeto.

domingo, 15 de setembro de 2013

O funeral das ciências estará próximo

Darwin acreditava na seleção de grupos, os neodarwinismos rejeitam devido às instabilidades em sacrificar por causas coletivas.

Por isso vemos a necessidade de lutar por questões importantes como melhor estudar bactérias, oceanos, a Terra, o ar, os astros, crescimento sustentável.


Levando em conta que temos bons aparatos tecnológicos, agora é nosso papel provocarmos o letramento além da sala de aula o conhecimento da tecnologia contemporânea preparando para uso continuo e desenvolver habilidades para uso das que viram em pro da sustentabilidade preservacionista e evolutiva.  

Letramento e má implantação da progressão

E razoável e fácil defender a não existência da progressão continuada que começou com Paulo Freire no Governo Erundina, e por essa imposição se alastrou para o estado via solicitação sindical, Que mais tarde induziu as diretorias a suspender as dependências de matérias, levando em conta o custo e a aceitação da sociedade e da categoria qual governo se não populista como tem demonstrado o  do município de  São Paulo agora contando com o apoio do sindicado outrora contrario que o apoia.

Pois mesmos com os CEUs que “levou pão e vinho” “para” a sonhada conquista da periferia; verificou-se o desdenho educacional, pelo que vemos ate os campos federais de universidades vivem este mal veja a importação de mão de obra especializada, outros países com que queremos fazer comparações não têm gastos elevados com universidades publicas.
Será que a solução não deve ser um piso nacional da categoria mais justo, uma vez que prefeituras que pagam melhores salários seguram profissionais, mas o resultado é abaixo do esperado ou se julga uma USP não submetem a uma avaliação de balizamento do Estado a que pertencem como difundir a qualidade julgada sem oferecer retorno a sociedade compartilhando resultados e justificando seus gastos.

Esta na hora de unirmos as forças, pois o desenvolvimento da nação esta em nossas mãos e difundir experiências sem os favores em benefícios próprios como leite, uniformes com logo marcas dentre tantos outros benefícios sem cobrar nada em troca, provocando surgimento de uma enxurrada de pensadores de realidades bem diferentes para atender o sonho de uma cadeira na ONU, deixando um legado sem direito a letramento.


Anísio Teixeira deixou bem encaminhado o que se deve fazer mesmo com o aumento da densidade populacional dos centros urbanos, temos que propor um currículo mínimo nacional piso único bem acima do populista, hoje oferecido pelo governo federal, salas ambientes o que tornaria em sala laboratório onde surgiria a necessidade de leitura para novos aprendizados e fixação e pratica do já desenvolvido, onde a escrita seria naturalmente incorporada por todos, formando assim cidadão critico (letrado).  

Como se constrói o letramento

Suponha que já no lar deva haver a preocupação do que eu quero, ou melhor, espero dessa criança, mas com o passar do tempo este ser é colocado na pré-escola que procura cansar esta criança sem a preocupação de provocar a maturação quanto, saber ouvir e expressar, para os pais isso é bom dormem cedo não incomodam.
Com uma festa de formatura pomposa fecha este ciclo no ”CEU” ou na Kollping ou outro local publico municipal, vem então o inicio do fundamental I, quando o professor espera uma criança já capacitada para desenvolver as novas habilidades.
Fundamentada no tempo de aprendizagem diferente para cada ser que muitos pensadores pedem para levar em consideração, na esperança de um bônus por não repetência ou desistências mesmo o Estado com a politica de dois professores por sala é capaz de minar esse horizonte da falência da habilidade escritora e leitora falta ai uma capacidade saber ouvir o que provoca um grande desgaste para este formador.
Com base em uma prova lida por um professor aplicador induzido ou não a grande maioria é promovida para a serie seguinte pais felizes, presenteiam mesmo verificando que nada sabe? Frequentou a escola tem que passar, para o professor exausto com os conflitos provocados por quem não quer aprender alivio, mesmo que momentâneo, para os críticos deveriam verificar o que diz o ¨ECA¨.
No ciclo fundamental II não é diferente sala de leitura que funcionam como biblioteca sem livro, alunos que sugerem por que ler este paradidático se nunca precisei ler na matéria afim, faça um levantamento de quantos livros foram lidos por nossos alunos nestes longos anos de estudos olha que já tivemos aula de leitura para incentivar tal ato.

Já passa da hora das ciências humanas através de estudo sistemático do meio do meio em loco juntamente com ciências da natureza e suas tecnologias proponha mais levantamentos experimentais para provocar leitura além da sala de aula com apoio de universidades de forma a provocar estes pequenos cientistas que surgiram e com certezas aliado a tudo isso melhores salários, pois sem produção de conhecimento científico a classe politica nunca nos enxergara, veja o piso nacional da categoria que vergonha.  Nem podemos imaginar que o nosso Estado queira seguir os outros com esse salario ridículo.