domingo, 15 de setembro de 2013

Letramento e má implantação da progressão

E razoável e fácil defender a não existência da progressão continuada que começou com Paulo Freire no Governo Erundina, e por essa imposição se alastrou para o estado via solicitação sindical, Que mais tarde induziu as diretorias a suspender as dependências de matérias, levando em conta o custo e a aceitação da sociedade e da categoria qual governo se não populista como tem demonstrado o  do município de  São Paulo agora contando com o apoio do sindicado outrora contrario que o apoia.

Pois mesmos com os CEUs que “levou pão e vinho” “para” a sonhada conquista da periferia; verificou-se o desdenho educacional, pelo que vemos ate os campos federais de universidades vivem este mal veja a importação de mão de obra especializada, outros países com que queremos fazer comparações não têm gastos elevados com universidades publicas.
Será que a solução não deve ser um piso nacional da categoria mais justo, uma vez que prefeituras que pagam melhores salários seguram profissionais, mas o resultado é abaixo do esperado ou se julga uma USP não submetem a uma avaliação de balizamento do Estado a que pertencem como difundir a qualidade julgada sem oferecer retorno a sociedade compartilhando resultados e justificando seus gastos.

Esta na hora de unirmos as forças, pois o desenvolvimento da nação esta em nossas mãos e difundir experiências sem os favores em benefícios próprios como leite, uniformes com logo marcas dentre tantos outros benefícios sem cobrar nada em troca, provocando surgimento de uma enxurrada de pensadores de realidades bem diferentes para atender o sonho de uma cadeira na ONU, deixando um legado sem direito a letramento.


Anísio Teixeira deixou bem encaminhado o que se deve fazer mesmo com o aumento da densidade populacional dos centros urbanos, temos que propor um currículo mínimo nacional piso único bem acima do populista, hoje oferecido pelo governo federal, salas ambientes o que tornaria em sala laboratório onde surgiria a necessidade de leitura para novos aprendizados e fixação e pratica do já desenvolvido, onde a escrita seria naturalmente incorporada por todos, formando assim cidadão critico (letrado).  

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