E razoável e fácil defender a não
existência da progressão continuada que começou com Paulo Freire no Governo
Erundina, e por essa imposição se alastrou para o estado via solicitação
sindical, Que mais tarde induziu as diretorias a suspender as dependências de
matérias, levando em conta o custo e a aceitação da sociedade e da categoria
qual governo se não populista como tem demonstrado o do município de São Paulo agora contando com o apoio do
sindicado outrora contrario que o apoia.
Pois mesmos com os CEUs que “levou
pão e vinho” “para” a sonhada conquista da periferia; verificou-se o desdenho
educacional, pelo que vemos ate os campos federais de universidades vivem este
mal veja a importação de mão de obra especializada, outros países com que
queremos fazer comparações não têm gastos elevados com universidades publicas.
Será que a solução não deve ser
um piso nacional da categoria mais justo, uma vez que prefeituras que pagam
melhores salários seguram profissionais, mas o resultado é abaixo do esperado
ou se julga uma USP não submetem a uma avaliação de balizamento do Estado a que
pertencem como difundir a qualidade julgada sem oferecer retorno a sociedade
compartilhando resultados e justificando seus gastos.
Esta na hora de unirmos as forças,
pois o desenvolvimento da nação esta em nossas mãos e difundir experiências sem
os favores em benefícios próprios como leite, uniformes com logo marcas dentre
tantos outros benefícios sem cobrar nada em troca, provocando surgimento de uma
enxurrada de pensadores de realidades bem diferentes para atender o sonho de
uma cadeira na ONU, deixando um legado sem direito a letramento.
Anísio Teixeira deixou bem
encaminhado o que se deve fazer mesmo com o aumento da densidade populacional
dos centros urbanos, temos que propor um currículo mínimo nacional piso único
bem acima do populista, hoje oferecido pelo governo federal, salas ambientes o
que tornaria em sala laboratório onde surgiria a necessidade de leitura para
novos aprendizados e fixação e pratica do já desenvolvido, onde a escrita seria
naturalmente incorporada por todos, formando assim cidadão critico (letrado).
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